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Entre o sentir e o habitar: Ana Valente e Thati Cunha reinventam o cuidado com pessoas e espaços

  • Foto do escritor: christiana araripe
    christiana araripe
  • há 1 hora
  • 6 min de leitura

Do caminho terapêutico individual à criação do Feng Shui Intuitivo, duas mulheres unem sensibilidade, presença e consciência para promover transformações profundas de dentro para fora.


A terapeuta Ana Valente
A terapeuta Ana Valente


A escuta como ponto de partida: a trajetória de Ana


A história de Ana Valente no universo terapêutico começa muito antes de títulos ou métodos. Começa no corpo, na respiração e no silêncio. Praticante de Yoga desde os 15 anos, foi durante o período em que viveu em Londres, imersa em uma rotina acelerada, que a prática deixou de ser apenas um hábito e se tornou essencial para sua saúde física, emocional e espiritual.


“O yoga, a respiração consciente e a meditação transformaram profundamente o meu bem-estar. Dormia melhor, sentia mais clareza, energia vital, presença e confiança”, relembra Ana.

Esse mergulho interior foi o que a conduziu até Rishikesh, na Índia — considerada o berço do Yoga — em busca da essência da prática. Ali, ao se formar professora, ela reconheceu, pela primeira vez, o que define como seu propósito de vida.


“Queria compartilhar essas práticas e levar esse bem-estar a mais pessoas. Foi ali que reconheci o meu propósito e nunca mais fui a mesma”, conta.

Dez anos depois, essa experiência segue sendo o alicerce de tudo o que ela constrói.

Em 2019, ao se mudar para o Brasil, Ana deu forma física ao seu chamado ao inaugurar um Yoga Shala em meio à natureza, na Região dos Lagos. O espaço não apenas acolhe práticas, retiros e encontros, como também potencializou sua sensibilidade para a energia sutil de pessoas e ambientes. Foi nesse contexto que o Reiki entrou em sua trajetória, seguido pelo Feng Shui, que mais tarde ganharia uma nova leitura: intuitiva, sensível e profundamente humana.



Cacau: uma medicina ancestral ligada ao coração e ao amor incondicional.
Cacau: uma medicina ancestral ligada ao coração e ao amor incondicional.



Hoje, Ana integra corpo, energia e espaço em seus atendimentos, vivências e retiros.

“Promover bem-estar real, coletivo e sustentável, em pessoas, casas e ambientes de trabalho, é o que me move”, afirma.

É também na natureza que ela se restabelece e recarrega as próprias energias após conduzir encontros intensos e transformadores.


Espiritualidade viva, sem fórmulas prontas


O trabalho terapêutico de Ana se diferencia justamente por não seguir roteiros fixos. Cada encontro é único, construído a partir da escuta, da presença e daquilo que está vivo no momento.


“Nada é pré-formatado ou repetido. Existe sentir, escuta e entrega verdadeira”, explica.

Seja em aulas de yoga, sessões de reiki, rodas de cacau, práticas de voz, canto, dança ou sound healing, o convite é sempre o mesmo: lembrar quem se é, para além das camadas impostas pelo mundo externo.


“Somos energia, somos som e é o som que nos conecta a frequências mais elevadas, a nós mesmos e ao todo”, diz.

As Rodas de Cacau ocupam um lugar especial nesse caminho. Para Ana, o cacau é uma medicina ancestral ligada ao coração e ao amor incondicional.


“Ela atua promovendo acolhimento, abertura do coração e um profundo bem-estar. Para mim, é a medicina do amor.”

Integradas a mantras, música medicina e sound healing, essas vivências criam campos seguros de expressão emocional, silêncio interno e reconexão.


“Vivemos em um mundo que precisa de mais amor e menos guerra, mais união e menos separação”, reflete.

Unir pessoas em roda, cantar e sustentar uma frequência elevada é, para ela, um ato de cuidado coletivo e também político no sentido mais humano da palavra.



O encontro com Thati Cunha e o nascimento do Feng Shui Intuitivo


Antes de se tornar parceria, a trajetória de Thati já era marcada por uma busca profunda por coerência entre vida interna e externa. Seu caminho no autoconhecimento não nasceu de um ideal espiritualizado, mas da experiência concreta de viver mudanças, rupturas e recomeços.


“Minha busca não começou de forma teórica ou romântica, mas a partir da vida real. Da necessidade de me escutar para continuar”, afirma.

Thati Cunha: trajetória marcada pelo autoconhecimento vivido na prática
Thati Cunha: trajetória marcada pelo autoconhecimento vivido na prática



Esse ponto de virada aconteceu quando percebeu que viver no modo automático já não fazia sentido. A espiritualidade, então, surgiu como um caminho de retorno ao corpo, à intuição e à verdade interna.


“Autoconhecimento não é se tornar alguém diferente, é remover camadas e voltar para quem sempre fomos”, resume.

Foi nesse processo que Thati passou a compreender, na prática, como energia, espaço e escolhas cotidianas estão profundamente interligados. Essa percepção se ampliou durante os anos em que viveu nos Estados Unidos, um período que ela define como intenso e transformador.


“Viver fora me colocou em contato com o silêncio, com a solidão e com a necessidade de me sustentar emocional e energeticamente”, relembra.

Longe do país de origem, ela conseguiu observar com mais clareza padrões, crenças e comportamentos que já não faziam sentido, aprendendo a respeitar processos e a confiar na intuição como uma ferramenta concreta de vida.


Com formação em design de interiores e marketing digital, Thati construiu uma base sólida em estética, estrutura e comunicação. Mas foi justamente essa bagagem técnica que a levou a uma constatação essencial: forma sem alma não se sustenta.


“Tudo comunica: os espaços, as palavras, o ritmo de vida. Nada é apenas estético ou estratégico, tudo precisa fazer sentido energeticamente”, explica.

Essa visão é aplicada não apenas nos ambientes que harmoniza, mas também no trabalho que desenvolve com facilitadores e líderes espirituais, especialmente na curadoria de conteúdo e presença digital. Para ela, organizar a comunicação de alguém é, também, organizar o campo energético daquela mensagem no mundo.

É a partir desse olhar, que une técnica, sensibilidade e escuta, que o encontro com Ana acontece. As duas se conheceram em um retiro, e a conexão foi imediata.


“Foi daquelas que não precisam de explicação racional”, conta Thati.

Desde a primeira conversa, reconheceram afinidade de valores, propósito e visão sobre o cuidado com pessoas e espaços.

Juntas, perceberam que o Feng Shui poderia ir além das regras tradicionais. Sentiam o chamado de criar algo mais humano, sensível e transformador, que respeitasse a história de cada pessoa e de cada ambiente. Assim nasceu o Feng Shui Intuitivo.



Uma necessidade real de se escutar
Uma necessidade real de se escutar


O projeto Feng Shui Intuitivo nasce do encontro entre Ana e Thati e, como elas mesmas definem, não foi por acaso. A conexão aconteceu em um retiro e foi imediata.


“Reconhecemos uma sintonia profunda de valores, sensibilidade e propósito desde a primeira conversa”, conta Ana.

Thati traz uma trajetória marcada pelo autoconhecimento vivido na prática, atravessado por mudanças, recomeços e experiências fora do Brasil. Sua busca espiritual não surgiu de um ideal romântico, mas da necessidade real de se escutar.


“Entendi que não bastava organizar a vida externa sem olhar para dentro”, afirma.

Durante os anos em que viveu nos Estados Unidos, Thati aprofundou a relação com o silêncio, a intuição e a observação dos próprios padrões.


“Foi uma escola intensa. Aprendi a respeitar processos, valorizar o essencial e confiar na intuição como ferramenta prática”, diz.

Com formação em design de interiores e marketing digital, ela percebeu, ao longo do tempo, que estética sem alma não se sustenta. Esse olhar se conecta diretamente à proposta do Feng Shui Intuitivo, que une técnica, sensibilidade e escuta energética.


“Nada é apenas estético ou estratégico; tudo precisa fazer sentido energeticamente”, explica.

Mais do que harmonizar espaços, criar campos de vida


No Feng Shui Intuitivo, a prática começa pela escuta: da casa, das pessoas e do momento de vida que estão atravessando. Ana conduz uma conexão consciente com os moradores, criando um campo de cocriação e intenção.


“A casa é o nosso templo. Quando cuidada com presença, ela sustenta a transformação”, afirma.

Os ajustes vão além da estética e incluem reorganização dos espaços, escolha de cores, elementos e orientações sutis que ajudam a energia a fluir. Os efeitos costumam ser sentidos rapidamente.


“As pessoas relatam mais tranquilidade emocional, melhora no sono, harmonia nos relacionamentos e desbloqueios em áreas como trabalho e prosperidade”, conta Ana.

Thati complementa:


“Queremos que a casa deixe de ser apenas um lugar físico e se torne um aliado no processo de clareza, expansão e bem-estar.”


Presença, verdade e o primeiro passo


Depois de anos de estudos e experiências, Ana reconhece que seu maior propósito é apoiar pessoas a viverem com mais presença, consciência e verdade.


“Quando estamos alinhados com a nossa essência, conseguimos servir algo maior”, reflete.

A mensagem que ela deixa é simples e potente: não é preciso mudar tudo de uma vez.


“Basta dar o primeiro passo com abertura e consciência. Parar, sentir e se perguntar: como quero viver?”

Entre o corpo e o espaço, o silêncio e o som, Ana e Thati constroem um trabalho que não promete fórmulas, mas oferece algo cada vez mais raro: presença real, escuta profunda e a possibilidade de habitar a própria vida, e a própria casa, com mais verdade.




Contatos:

Ana Valente - 21995967558

@ana.wellbeing

Thati Cunha - 21 97147-8893

 
 
 

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