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Entre o cosmos e a consciência: o trabalho transformador de Mukti Claussen Corradini inspira novos olhares sobre o ser humano no Museu do Futuro

  • há 9 horas
  • 3 min de leitura

No coração de uma era marcada por transições profundas — tecnológicas, emocionais e civilizatórias — surge uma proposta que convida o ser humano a olhar para dentro para compreender o que acontece fora. É nesse território entre ciência, consciência e destino que atua Mukti Claussen Corradini, referência em Cosmobiologia com mais de quatro décadas dedicadas ao estudo da evolução humana sob uma perspectiva sistêmica e integradora.


Sua presença em experiências e diálogos conectados ao Museu do Futuro, no Rio de Janeiro, simboliza mais do que um encontro entre conhecimento e espiritualidade, representa um alinhamento entre a busca humana por sentido e a necessidade urgente de compreender o tempo em que vivemos.



Museu do Futuro
Museu do Futuro

A ciência do autoconhecimento ampliado


A Cosmobiologia, como Mukti a apresenta, não é apenas um campo de interpretação simbólica, mas uma abordagem multidisciplinar que integra astronomia, astrologia, programação neurolinguística, física quântica, neurociência e os chamados registros akáshicos.

O objetivo é claro: oferecer ao indivíduo ferramentas para compreender sua direção evolutiva e agir com maior consciência sobre a própria trajetória.


“A ideia central é auxiliar a pessoa em sua direção sistêmica evolutiva”, explica. “São saberes que funcionam como ferramentas permanentes na jornada pessoal do indivíduo.”

Nesse modelo, o autoconhecimento deixa de ser um conceito abstrato e passa a ser um instrumento prático de transformação.


O passado como chave de libertação


Um dos pilares do trabalho de Mukti é a compreensão de que o ser humano opera, em grande parte, a partir de padrões inconscientes profundamente enraizados. Segundo ele, conhecer o que foi vivido, em níveis que ultrapassam a memória consciente, permite interromper ciclos repetitivos e ativar potenciais já conquistados.


“Saber o que fizemos ‘antes’ nos ajuda a evitar repetir erros e nos empodera com virtudes e capacidades já desenvolvidas. Sem essa consciência, tendemos a seguir pela força do inconsciente, repetindo padrões que já não fazem sentido.”

A descoberta do propósito pessoal, nessa perspectiva, não é apenas uma busca existencial, mas uma reorganização prática da vida emocional, profissional e relacional.


Consciência individual, impacto coletivo


A Cosmobiologia também se estende ao campo social e organizacional. Mukti defende que indivíduos e empresas vivem sob influências energéticas e ciclos maiores, que refletem transformações coletivas.


“Os movimentos do cosmos geram mudanças nos nossos centros de energia, que por sua vez geram mudanças nos indivíduos e, consequentemente, na sociedade”, explica.

O cosmobiólogo Mukti
O cosmobiólogo Mukti

“Estar atento ao porvir permite recalcular a rota, inclusive no nível empresarial em sintonia com o novo que sempre chega.”

Essa visão posiciona o autoconhecimento como estratégia adaptativa em tempos de incerteza.


Quatro décadas observando padrões humanos


Após mais de 41 anos de atendimentos, Mukti identifica um paradoxo recorrente: muitas pessoas sequer sabem que esse nível de investigação interior é possível. Outras, mesmo conscientes, encontram barreiras profundas para evoluir, algumas ligadas a fatores biológicos e sistêmicos.


Segundo ele, genética, epigenética, psigenética e campos morfogenéticos podem influenciar a dificuldade de transformação pessoal. A mudança, portanto, não é apenas psicológica é estrutural.


Vivências no Museu do Futuro
Vivências no Museu do Futuro

Libertação como propósito


No centro de tudo está uma ideia essencial: libertar o ser humano de condicionamentos que já não servem à sua evolução.


“A Cosmobiologia busca produzir ferramentas para a atuação consciente do indivíduo em sua jornada evolutiva”, afirma Mukti. “E o autoconhecimento é o primeiro grande passo — como ensinaram os grandes sábios da humanidade.”

O futuro começa dentro


Em um espaço dedicado a imaginar o amanhã, a presença de uma abordagem que investiga a origem dos padrões humanos parece quase inevitável. Se o futuro é feito de escolhas, compreender quem escolhe e por quê torna-se talvez a investigação mais urgente de todas.


Entre ciência, simbolismo e consciência, o trabalho de Mukti propõe uma reflexão poderosa: evoluir não é apenas avançar no tempo é expandir a percepção sobre si mesmo.


E talvez seja exatamente isso que define o verdadeiro futuro.





Contatos:


21 997245467


 
 
 

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